"Viaje segundo seu próprio projeto, não dê muito ouvido às facilidades dos itinerários cômodos e dos rastros já pisados, aceite enganar-se na estrada e voltar atrás ou, ao contrário, seja persistente até encontrar saídas desacostumadas do mundo. Não terá melhor viagem. E, se assim pede a sua sensibilidade, registre tudo o que viveu e sentiu, o que disse ou ouviu dizer. A felicidade, saiba você, tem muitos rostos. Viajar é provavelmente um deles." (JS)

domingo, 9 de março de 2008

Os horizontes.

Ontem estive em Istanbul pela 5a vez e, como sempre, com um objetivo diferente.

Fui conhecer o luxuoso bairro Bebek e namorar um pouco mais a cidade ao modo antigo em Ortakoy. Confesso que achei Bebek europeu/americano demais: pessoas abarrotadas nos balcões do Starbucks, restaurantes para todos os gostos (eu fui no La Favorita, italiano, pra comer uma pizza de queijo com copa (!) - algo muito diferente para meus acompanhantes e amigos turcos, mas pra mim nada que não se possa comer num domingo em Silveira Martins, hehe). Vale confessar que não comer o waffle recheadíssimo que se vende por lá é um pecado, mesmo sendo mais um símbolo da vontade turca de se tornar "dos grandes", como a Europa e a América do Norte. Mal eles sabem que não precisavam ficar se travestindo de chiques, consumistas e sofisticados: o que mais agrada na Turquia é a essência, as origens.

Aí vai uma amostra do dia:

Ponte que separa Ásia e Europa.



Eu e meus livros de lingua turca em Ortakoy.

Tá nervoso? Vá pescar no Bósforo!

Fervo!